Avé-maria

Ave Maria, cheia de graça, o Senhor é convosco!
Bendita sois Vós entre as mulheres, e bendito é o fruto do Vosso ventre, Jesus.
Santa Maria, mãe de Deus, rogai por nós pecadores, agora e na hora da nossa morte.
Ámen.

terça-feira, 27 de novembro de 2012

domingo, 25 de novembro de 2012

Nossa Senhora do Minho

Nossa Senhora do Minho, protetora do Norte de Portugal, nós Vos louvamos e bendizemos. Protegei-nos das más marés, das desgraças e infortúnios. De tudo o que nos possa afastar de Vós, livrai-nos. Conduzi o nosso coração sempre no caminho certo para o Vosso Filho, Jesus. Ámen. 

quarta-feira, 21 de novembro de 2012

Nossa Senhora da Alegria


Nossa Senhora da Alegria, dai-nos um coração alegre, 
capaz de enfrentar as maiores tristezas e vencer!

domingo, 18 de novembro de 2012

Em breve será Natal


Hoje lembrei-me de que em breve será Natal.
Natal de Jesus, que nascerá de novo para nós.
Será a festa do Seu aniversário... ou deveria ser.
Quantas vezes festejamos o Natal sem querer receber Jesus, 
como se Ele fosse um intrometido nas nossas festas. 
Esquecemos que foi por Ele que o Natal se fez
que é por Ele que o Natal se faz.

Jesus faz anos, nesse dia, é a Sua festa de anos, não a nossa.
Tentemos não nos esquecer disso.

domingo, 28 de outubro de 2012

Bênção para os amigos


Senhora, hoje quero pedir a Vossa bênção para todos os meus amigos. Para os que me amam e Vos amam e para os que não Vos conhecem. Vós que sois a Mãe de todos, a todos abençoai neste dia e para sempre.

quarta-feira, 24 de outubro de 2012

Fátima - as aparições do Anjo


2ª aparição

Conta a Irmã Lúcia:

“Passado bastante tempo, em um dia de Verão, em que havíamos ido passar a sesta a casa, brincávamos em cima dum poço que tinham meus pais no quintal a que chamávamos o Arneiro. […] De repente, vemos junto de nós a mesma figura ou Anjo, como me parece que era, e diz:
 - Que fazeis? Orai, orai muito. Os Corações de Jesus e de Maria têm sobre vós desígnios de misericórdia. Oferecei constantemente, ao Altíssimo, orações e sacrifícios. 
- Como nos havemos de sacrificar? – perguntei.
- De tudo que puderdes, oferecei a Deus sacrifício em ato de reparação pelos pecados com que Ele é ofendido e súplica pela conversão dos pecadores. Atraí, assim, sobre a vossa Pátria, a paz. Eu sou o Anjo da sua guarda, o Anjo de Portugal. Sobretudo, aceitai e suportai, com submissão, o sofrimento que o Senhor vos enviar”.


(Evocação da 2ª aparição do Anjo aos pastorinhos, junto ao poço do Arneiro)

3ª aparição
De novo a Irmã Lúcia:

“Passou-se bastante tempo, e fomos pastorear os nossos rebanhos para uma propriedade de meus pais, que fica na encosta do já mencionado monte, um pouco mais acima dos Valinhos […]. Depois de termos merendado, combinámos ir rezar na gruta que ficava a outro lado do monte […] Logo que aí chegámos, de joelhos, com os rostos em terra, começámos a repetir a oração do Anjo: Meu Deus! Eu creio, adoro, espero e amo-Vos, etc.
Não sei quantas vezes tínhamos repetido esta oração, quando vemos que sobre nós brilha uma luz desconhecida. Erguemo-nos para ver o que se passava e vemos o Anjo, tendo na mão esquerda um cálix, sobre o qual está suspensa uma Hóstia, da qual caem algumas gotas de Sangue dentro do cálix. O Anjo deixa suspenso no ar o Cálix, ajoelha junto de nós, e faz-nos repetir três vezes:
- Santíssima Trindade, Padre, Filho, Espírito Santo, ofereço-Vos o preciosíssimo Corpo, Sangue, Alma e Divindade de Jesus Cristo, presente em todos os sacrários da terra, em reparação dos ultrajes, sacrilégios e indiferenças com que Ele mesmo é ofendido. E, pelos méritos infinitos do Seu Santíssimo Coração e do Coração Imaculado de Maria, peço-Vos a conversão dos pobres pecadores. 
Depois levanta-se, toma em suas mãos o cálix e a hóstia. Dá-me a sagrada Hóstia a mim e o Sangue do Cálix divide-o pela Jacinta e o Francisco, dizendo ao mesmo tempo:
- Tomai e bebei o Corpo e Sangue de Jesus Cristo, horrivelmente ultrajado pelos homens ingratos. Reparai os seus crimes e consolai o vosso Deus.
E, prostrando-se de novo em terra, repetiu connosco, outras três vezes, a mesma oração: Santíssima Trindade... etc., e desapareceu. Nós permanecemos na mesma atitude, repetindo sempre as mesmas palavras; e, quando nos erguemos, vimos que era noite e, por isso, horas de virmos para casa”.

Monumento evocativo da 1ª e 3ª aparições do Anjo, na Loca do Cabeço

(Texto retirado do livro "Memórias da Irmã Lúcia")


Fátima - as aparições do Anjo


1ª Aparição

As aparições de Fátima iniciaram-se em 1915, com fenómenos a que assistiram Lúcia e mais três meninas que com ela pastoreavam os seus rebanhos. Numa das encostas do monte chamado Cabeço, por volta do meio-dia, depois de comerem a merenda, a Lúcia convidou as outras a que rezassem com ela o terço. Mal tinham começado quando viram uma figura suspensa, como se fosse uma estátua de neve iluminada pelos raios do sol. As meninas ficaram assustadas mas continuaram a rezar. Quando acabaram, a figura desapareceu.
As companheiras da Lúcia contaram o sucedido mas ela não disse a ninguém. Quando sua mãe soube perguntou-lhe o que era que diziam por aí que elas tinham visto. Ela disse que parecia uma pessoa embrulhada num lençol, mas que não lhe vira olhos nem mãos. A mãe achou que eram tolices próprias de crianças.
Isto passou-se mais três vezes, e de todas as vezes as companheiras contavam o sucedido. Várias pessoas começaram a fazer troça e a mãe de Lúcia começou a ficar zangada com essas histórias.
Como Lúcia, depois do dia da Primeira Comunhão, tinha por costume ficar absorta, recordando esse dia, as irmãs começaram a dizer-lhe, com desprezo.
- Estás a ver algum embrulhado num lençol?

No ano seguinte, 1916, já Lúcia tinha por companheiros de pastoreio os primos, Francisco e Jacinta. E um dia, já nos pastos, começou a chover. Procuraram um lugar para se abrigarem e às ovelhas e foi quando entraram na caverna, mais tarde conhecida como Loca do Anjo.
Mesmo depois de a chuva já ter passado continuaram por lá. Comeram a merenda, rezaram o terço e estavam a brincar com pedrinhas quando um vento forte sacudiu as árvores e os fez levantar a cabeça. Viram então que se aproximava a tal figura que Lúcia já havia visto, mas da qual os primos não sabiam nada pois ela nada lhes tinha dito a esse respeito. À medida que se aproximava viam-se-lhe as feições: era um jovem de 14 ou 15 anos, branco como a neve e transparente como o cristal, de uma grande beleza. Ao chegar junto deles disse-lhes:
- Não temais, sou o Anjo da Paz. Orai comigo.
E ajoelhando em terra, curvou a fronte até ao chão e fê-los repetir três vezes:
- Meu Deus! Eu creio, adoro, espero e amo-Vos. Peço-Vos perdão para os que não creem, não adoram, não esperam e não Vos amam.
Depois, erguendo-se, disse:
- Orai assim. Os Corações de Jesus e Maria estão atentos à voz das vossas súplica. 
E desapareceu.
As suas palavras gravaram-se fortemente na mente dos pastorinhos, que desde esse momento passavam largo tempo prostrados, repetindo-as até se cansarem.
Lúcia pediu segredo aos primos e eles fizeram-lhe a vontade.


(Relatos em conformidade com o livro "Memórias da Irmã Lúcia")